sábado, 25 de junho de 2011

19/06/2011 - 17ª Maratona de SP


Após quase uma semana, finalmente estou sentado para escrever o relato detalhado desta corrida.
De antemão peço desculpas pelo nível de detalhe exagerado, correndo o risco quase certo de ser enfadonho, mas tal granularidade faz-se necessária pois trata-se de minha prova-alvo de 2011, além de ser nada menos que uma maratona.
Por tudo isso, sem mais delongas, vamos aos fatos.

Treinamento

Iniciei minha planilha de treinos em janeiro, da mesma forma que em 2010. A diferença, desta vez, é que a corrida seria um mês e meio após o início de maio do ano anterior. Ou seja, eu teria um período maior de preparação, de forma que consegui encaixar algumas folgas no meio do planejamento, para recuperação e descanso.
Os primeiros treinos em janeiro foram um pouco sofridos, em especial os primeiros longos. Nada desanimador, mas cabe aqui o registro dessa situação apenas para ressaltar que não se deve desanimar com as primeiras dificuldades.
Diferente de 2010, desta vez resolvi variar os percursos dos treinos. Os objetivos desta variação eram: 1) Trabalhar a parte psicológica em trechos mais longos (em 2010 tive quase toda preparação em voltas de 1 ou 3km) e 2) Adicionar subidas e descidas mais desafiadoras, para melhorar a preparação física.
Lembro de ter corrido na Via Parque, beirando o Rio Tietê, desde o Parque Ecológico até o Rodoanel (em Barueri). Tinha um retão gigante, mas não era muito seguro e acabei não usando mais.
Fui algumas vezes até o Trópico de Capricórnio, no caminho para Santana de Parnaíba. Não cheguei a voltar pela Estrada dos Romeiros, mas esses treinos com altimetria “montanha russa” (by Fábio Namiuti) ajudaram bastante tanto na parte física como na psicológica.
Também corri um pouco em Tapiraí, estradinha de terra, subidas monstruosas, visual espetacular. De lá veio a “tag” #EchoPower, um fenômeno simples e, de certa forma, inexplicável, mas com um efeito motivacional bem forte.



Corri no calor, e até tive que interromper treino longo quando a temperatura atingiu 30ºC. Um gatilho de segurança para preservar a integridade física.
Corri com chuva, que adoro. Corri com Sol. Corri cedinho, corri tarde da noite e corri antes do almoço. Corri com calor (35ºC) e corri com frio (12ºC). Corri no plano e na montanha. Escrevendo assim, parece que foi uma maravilha, mas é claro que tive alguns problemas. Por conta deles, abri mão de umas três semanas intercaladas para ver se melhorava de algumas dores chatas.
Felizmente consegui realizar os principais treinos longos. Os treinos de velocidade foram bem feitos no início, mas no final eu resolvi não fazê-los por medo de lesão. Também no final passei a correr apenas no velho e bom circuito de 3km.
Como o período de treinos é bem longo - no meu caso, mais de cinco meses - algumas experiências são quase tão marcantes quanto a própria maratona. Mas o “prato principal” é mesmo o dia da prova.
Para finalizar esse bloco de treinamento, posso dizer que foi - literalmente - uma preparação feita com sangue, suor e lágrimas. Sangue, quando num treino de 30km cortei minha mão nos 15km e foi difícil fazer o sangue estancar - mas consegui e fui até o fim. Suor, porque esse é um mecanismo natural de refrigeração do corpo quando fazemos exercício. E lágrimas pela pequena Giulia, que morreu cedo vítima de câncer. A imagem dela me acompanhou em muitos treinos, e também no dia da prova.

Resumo da minha preparação:

Treinos de corrida: 943,8km em cerca de 100h
Treinos de natação: 103km em cerca de 34h
Provas antes da maratona: 57,2km em cerca de 6h (3 provas)

Antes da maratona

Na sexta-feira à noite eu deixei separados todos os itens que julgava serem necessários para correr no domingo. Por via das dúvidas, os principais foram colocados em duplicidade: dois pares de tênis, dois shorts, duas camisetas, dois pares de meia... Um certo exagero, concordo, mas também não custa nada se precaver.
No sábado, percebendo que o clima estava esquentando durante a semana, fui cortar o cabelo e acabei ficando quase careca. Melhor assim. Correr com cabelo “Globe-Trotter” não dá.
Como em 2010, fui retirar o kit no sábado à tarde, para já ficar em SP, na casa dos meus pais. Fiquei 30 minutos na fila, e mais outro tanto na feira da maratona.
Fui para a casa dos meus pais, conversei um pouco com eles e assisti a dois DVDs previamente selecionados. Com isso, consegui combater quase totalmente a ansiedade que é comum antes das provas.
De sábado para domingo, dormi de forma satisfatória. Acordei poucos minutos antes do despertador, tomei um café-da-manhã substancial, me arrumei e zarpamos para o Ibirapuera.
Meus pais me deixaram perto da Assembléia Legislativa, de onde saíam os ônibus que a organização disponibilizou para o trajeto chegada-largada. Eram pouco mais de 7 da manhã. O embarque, desta vez, foi rápido, mas neste ano acabei viajando de pé. Preferia sentado, mas tudo bem.
Estava trajando calça de moletom e agasalho, já que as manhãs pré-inverno estavam um pouco frias, mesmo com Sol. Cheguei à avenida da largada por volta das 7:30, com cerca de uma hora de espera até o tiro de canhão. Fiquei zanzando pela área, tomando meu gatorade e tentando encontrar alguns conhecidos.
Por fim, encontrei o Jack com um colega, e ficamos jogando conversa fora. Depois, apareceu o Guilherme, que também trocou algumas palavras breves. Por volta das 8h, tirei meu abrigo, me fantasiei de corredor e deixei minha sacola no guarda volumes - um ônibus que se deslocaria para a região da chegada.
Encontrei o Rei e a Dri, fui fazer um xixizinho pré-largada, e reencontrei o Jack para nos dirigirmos à baia de partida.

Largada

Não cheguei a ouvir o anunciado tiro de canhão. Com um certo atraso, embora - segundo o Jack - o regulamento dizia que a largada era “a partir” das 8:25, partimos para a nossa jornada. Pelos cálculos que fiz olhando o resultado oficial, foram cerca de 13 minutos entre o tiro e o momento que passei a linha de largada. Ao acionar meu cronômetro, eram 8:50. Temperatura um pouco abaixo dos 20ºC. Na sombra estava “friozinho”, e ao Sol fazia “calorzinho”. Essa temperatura chegou a me preocupar um pouco, mas só preventivamente, já que ainda não tinha sentido nenhum desconforto real.
Ainda na baia de largada encontramos o Hideaki, mas logo em seguida o perdemos, sem saber se estava à nossa frente ou atrás. Como havia muita gente, o início de prova é um pouco confuso e quase tumultuado. Vi algumas pessoas caindo ao chão, e até um ciclista que pedalava na calçada também beijou o solo.
Após o quilômetro 6 se dividiam os corredores que correriam 10km, dos que fariam 25 e 42km, e então houve mais tranqüilidade para correr.

Início

Perdi a placa do primeiro quilômetro, mas isso não me atrapalhou pois minhas parciais seriam a cada três. A partir do segundo, passei a identificar todas as placas, mas devo ter me embananado no nono, provavelmente devido a algum posto de água, e acabei marcando apenas no décimo. Também por conta dos postos de água, acabei perdendo temporariamente o Jack, mas recuperei-o quando fiz um “pipit-stop” após os 10km.
Eu havia combinado com meus pais, esposa e filhas, de nos encontrarmos na Praça Panamericana, como em 2010. Desta vez estavam todos lá já na primeira passagem, pouco após os 12km. Ao vê-los, desferi meus primeiros brados de “eco”, já conhecidos pelas minhas meninas. Fizemos uma festinha, tomei uns goles de gatorade, e continuei meu trotinho. A presença da família no percurso da maratona foi muito importante para mim, e me deu muita força.
Perto do quilômetro 14, identifiquei meu chefe Tom já retornando pelo outro lado da avenida. Passei a marca de 15km num tempo mais rápido que o da última São Silvestre (quando corri na boa, filmando o percurso). Por um lado, fiquei feliz de estar bem na prova, mas por outro lado fiquei um pouco preocupado, se não estaria colocando em risco o final da maratona.
Na segunda passagem pela Praça Panamericana, lá estava minha torcida novamente. Combinei alguns detalhes sobre a terceira e última passagem, e segui em frente.
Na região do Parque Villa Lobos percebi que minha tentativa de correr menos rápido não estava funcionando. Comecei a me preocupar se isso comprometeria a segunda metade da prova, pois o desgaste começa a pesar cada vez mais, em especial após os 30km.
Na última passagem pela praça, me despedi da família e pedi para que me esperassem na chegada. Passei pela marca de meia-maratona, alcancei o Hideaki e, um pouco a frente, o Jack, com quem correra a maior parte da prova até ali. Na raia da USP passamos pelo Tom. Tentei animá-lo, já que ele estava no final dos seus 25km, mas tive impressão que havia acabado o gás dele, e não houve como convencê-lo a acompanhar-nos, ainda que estivesse a menos de 2km para o fim.


Acabou a moleza

Também na raia, finalmente deixei o Jack “ir embora”. Cheguei a pensar que ele poderia estar fazendo apenas os 25km, já que o ritmo estava completamente fora da minha realidade. Agora, analisando com mais calma, acredito que ele fez um início mais cauteloso, pois voltava de lesão, e foi acelerando na medida que ganhava confiança.
Na saída da USP, chegando à Av. Escola Politécnica, passei pelo Fábio Namiuti, que andava meio que mancando. Fiquei um pouco preocupado com a cena, perguntei se ele tinha quebrado e, de acordo com a resposta, achei que a prova tinha acabado para ele. Pena.
Passei pela chegada dos 25km já em ritmo bem mais modesto que no início, sabendo que essa avenida não é arborizada, sendo quase uma tortura ao corpo e à mente. Mesmo administrando e finalmente conseguindo fazer um ritmo dentro da minha realidade, acabei ultrapassando o Jack nessa região, e corri todo esse trecho sozinho. Graças à boa base de treinos em situações áridas, consegui vencer essa parte de forma satisfatória.

 
Ao entrar novamente na USP, começou a parte dura da prova, como eu já esperava e estava devidamente preparado. Quando montava a estratégia para a prova, cheguei a pensar em dividi-la em partes: “aquecimento”, “manutenção” e “superação”. Outra opção que tinha na manga era, após metade da prova, começar a contagem regressiva: “falta só meia-maratona”, “falta só uma São Silvestre”, “falta só uma Abertura Corpore”, “só uma Centro Histórico”, e assim por diante. Nessa hora onde o psicológico pode ajudar ou afundar, a experiência e o treinamento contam bastante.
Lembrando que em 2010 tive problemas “barrigais” após o quilômetro 30, desta vez eu já estava preparado para isso e, ao primeiro sinal de reocorrência, na altura do 27, mandei goela abaixo um plasil, aproveitando que também estava na hora de água e gel carboidrato.
Indo em direção ao IPT, quase levei um susto ao ver os corredores à minha frente entrarem na subida que leva ao bosque. Pensei: “só falta terem mudado o percurso e termos que subir essa rua”. Felizmente, mal entramos nela e já retornamos. Antes de chegar à raia, me surpreendi novamente, desta vez positivamente, ao ver o Namiuti correndo no sentido oposto ao meu. Avaliei que ele havia se recuperado e voltado à prova. Não lembro se vi o Jack e o Hideaki por ali.
Na altura do km 30 comecei a sentir uma dor considerável na coxa esquerda, mas decidi ignorá-la e seguir em frente. Essa dor me acompanhou por alguns quilômetros, mas não chegou a prejudicar o desempenho. Mesmo assim, o ritmo ia caindo gradativamente devido ao desgaste acumulado.
Entre os quilômetros 30 e 31 o Jack me ultrapassou. Acho que ele não me viu, e achei melhor não lhe chamar, pois tentar acompanhá-lo poderia atrapalhar nós dois.
Fiquei feliz em ultrapassar a marca dos 33km, distância do meu maior treino até então. Foi nessa placa que parei, em 2010, para atendimento médico. A partir daí estava batendo meu recorde de corrida sem caminhadas relevantes. Consegui manter o trote constante até mais ou menos o km 36, quando finalmente caminhei um pouco, na subida do túnel que dá acesso à Avenida Lineu de Paula Machado, aquela do Jóquei. Voltei ao trote logo que acabou a subida, mas o ritmo continuava a cair.
Àquela altura eu já via as previsões de tempo final caírem uma a uma. Felizmente eram todas muito otimistas e, até o momento, minha previsão original de 4h40 estava dentro da janela possível. A parte psicológica estava dentro do controle. A motivação estava forte, em especial porque eu acreditava que minha família estaria me esperando na chegada.
Mas infelizmente a parte física estava sendo minada na mesma proporção que a chegada se aproximava. Era uma batalha que eu teria que enfrentar e vencer. Minha cabeça procurava de onde tirar energia para os últimos quilômetros. Eu sabia que faltava pouco, que valia à pena, que era a realização de uma preparação de meses. Mas quem disse que eu conseguia? A impressão que eu tinha é que tinha acabado toda energia disponível. Não tinha de onde tirar forças, mesmo eu querendo e estando animado.
O Hideki me passou, e a única coisa que consegui falar foi “acabou o gás”. Naquela altura, por volta das 13h, os termômetros de rua marcavam 28ºC, mas não parecia tão quente. Provavelmente por causa da baixa umidade do ar. Isso também deve ter causado um fenômeno interessante em meus braços, pernas e rosto: formou-se uma camada de sal nessas regiões.


A chegada

A começar pelo túnel perto dos quilômetros 35~36, andei na saída dos últimos três buracos. Eram trechos em ligeira subida, e minhas forças estavam “na reserva da reserva”. Consegui me motivar e forcei um trotinho mínimo nos outros trechos. Num determinado momento desisti de tentar fazer alguma estimativa de tempo final. Só a chegada importava.
Já beirando o Parque Ibirapuera com cerca de 1km para o final, visualizei meus pais e minhas mulheres. Nem consegui gritar o “eco” tradicional. Só sinalizei que estava semi-morto e segui adiante. Nem parei para cumprimentá-los - o que depois percebi ter sido uma tremenda falta de consideração da minha parte, mas àquelas alturas eu nem estava mais pensando direito.
Fui surpreendido, na seqüência, pelas minhas filhas, que saíram em desabalada carreira à minha perseguição. Ao perceber isso, reduzi o passo e deixei que elas me alcançassem. Tentei fazê-las correr comigo até a chegada, mas a menor não conseguiu. Nesse momento, a despeito de qualquer perda de tempo que eu pudesse ter, voltei a caminhar para que elas pudessem ficar comigo. Meus pais estavam na retaguarda, para cuidar delas no caso de alguém desistir.


A Karina acabou ficando com a avó, depois de eu sugerir isso a ela. A Beatriz ficou comigo. Ao vermos um fotógrafo da Webrun, consegui convencê-la a voltarmos a correr, para ficar bem na foto. Em seguida, como já era possível ver o pórtico de chegada, ela continuou animada e fomos trotando rumo à meta.
Por mais chavão que seja, palavras não conseguem expressar a força da emoção que foi cruzar a linha de chegada da maratona segurando a mão da minha filha. O choro veio bem rápido, mas não havia força nem lágrimas em meu corpo.
Logo em seguida, encontrei meu parente Paulo Merino com um colega. Só cumprimentei, mas não consegui conversar. Tomei um copo d’água, peguei a medalha e lanche, tentei tomar um copo de gatorade, mas este estava estranho. Peguei minha sacola no guarda-volumes, liguei para minha mãe e comecei a voltar para o local de encontro. No meio do caminho o gatorade estranho foi embora. Eca! Tudo isso com a Beatriz ao meu lado, me acompanhando.


Com o passar do tempo, voltando para a casa dos meus pais, tomando banho, comendo, bebendo, quase dormindo e me recuperando, o cansaço foi sumindo, e as dores começaram a ficar mais claras. Nada grave.
Depois, analisando com mais calma, acho que deveria ter dado mais atenção à alimentação nos dois dias que antecederam à corrida. Fiz apenas uma alimentação normal, mas deveria ter reforçado um pouco. Acho que isso ajudaria a evitar, pelo menos parcialmente, a falta de força que identifiquei no final da prova.
Obviamente o início da corrida em ritmo mais forte também pode ter influenciado no final, mas sinceramente não consegui perceber se isso realmente aconteceu. Uma das possibilidades que estavam à minha disposição nas minhas alternativas de planejamento era justamente um início mais rápido para aproveitar a temperatura menor. Além disso, por motivos lógicos, eu já previa mesmo um final lento.
Se em 2010 eu terminei a maratona sem muita empolgação, desta vez eu já estou fazendo planos para 2012. As próximas três semanas, além dessa que acabou de passar, serão de treinos levíssimos. Depois, já tenho algumas ideias em amadurecimento.
Se de 2010 para 2011 consegui abaixar 45 minutos do meu tempo final (embora não fosse tão difícil, já que aquele tinha sido um tempo, digamos, ridículo), para 2012 tenho metas no mínimo ousadas. Claro que não planejo baixar outros 45 minutos, mas nem por isso deixam de ser planos agressivos. A única coisa que posso adiantar é: quero melhorar.
Para encerrar, deixo a seguinte frase que escrevi no Fórum Runner Brasil: “consegui perceber que sou um neném em maratonas, e tenho muito o que aprender.”



Marcação pessoal:

in zone: 3:03.52
avg hr: 163
peak hr: 176
min hr: 138
tot cal: 5415

1- 151 19.42 (3km)
2- 157 18.42 (3km)
3- 160 24.31 (4km) (1:02.55)
4- 158 12.49 (2km)
5- 162 18.19 (3km) (1:34.03)
6- 160 24.42 (4km)
7- 162 13.27 (2,1km) (2:12.12)
8- 169 17.17 (2,9km)
9- 170 18.53 (3km)
10- 170 19.36 (3km)
11- 168 20.42 (3km)
12- 166 22.23 (3km)
13- 162 24.42 (3km)
14- 164 24.49 (3,2km)

total: 4:40.35



Parcial Tempo FC média Distância Ritmo/km min/3km
1 00:19:42 151 3 00:06:34 00:19:42
2 00:18:42 157 3 00:06:14 00:18:42
3 00:24:31 160 4 00:06:08 00:18:23
4 00:12:49 158 2 00:06:24 00:18:57
5 00:18:19 162 3 00:06:06 00:18:19
6 00:24:42 160 4 00:06:10 00:18:31
7 00:13:27 162 2,1 00:06:24 00:19:37
8 00:17:17 169 2,9 00:05:58 00:17:17
9 00:18:53 170 3 00:06:18 00:18:53
10 00:19:36 170 3 00:06:32 00:19:36
11 00:20:42 168 3 00:06:54 00:20:42
12 00:22:23 166 3 00:07:28 00:22:23
13 00:24:42 162 3 00:08:14 00:24:42
14 00:24:49 164 3,2 00:07:45 00:24:49
4:40:34 163 42,2 4:40:34

ua
Fabão

14 comentários:

G.M. disse...

Muito bom o seu relato, Fabão.
Parabéns!
E felicito-o pela impressionante melhora entre a Mara SP 2010 e este de 2011.
Em 2012 é sub-4 horas, hein?
Comemore, pois é merecido.
Ass.: Guilherme.

Fabio Matheus disse...

Fera Fabão! Relato muito bom, realmente a maratona judia da gente, mas gostamos né...

E parabéns pela melhora de 2010 pra 2011.

Abraço

Fabão disse...

Valeu, Guilherme!
No dia que eu fizer uma maratona sub-4h, pode chamar o anti-doping sem medo KKK
Acho praticamente impossível. Talvez no exterior, bem frio, mas mesmo assim acho difícil.
ua

Fabão disse...

Valeu, xará Matheus!
Você também foi muito bem! Parabéns!
Não sou muito fã de sofrer, não rsrs Mas enquanto não "domino" a bicha, aceito passar por isso para aprender e, algum dia, quem sabe, completar em melhores condições.
ua

Jack disse...

Grande Fabão ! Não conhecia o blog e gostei de ambos, blog e relato. Parabéns . Abs

Fabão disse...

Valeu, Jack!
Agradeço por correr comigo um bom trecho dessa maratona.
Você é um amigão!
ua

Fábio Namiuti disse...

Parabéns pela maratona e pelo RMP, Fabão. Valeu pela citação. Espero não "dar mancada" no RJ.

Abraço!

Fabão disse...

Valeu, Namiuti!
Estou torcendo para que no RJ você esteja 100% e volte com ótimas notícias!
ua

Ivo Cantor corre e conta disse...

Sensacional!! saboreei o artigo e viajei novamente nestes 42,195km junto com o prezado amigo. Fui sentindo as mesmas dores, a mesma angústia e, finalmente, a mesma alegria de completar o desafio. Parabéns, prezado amigo Fábio. Sensacional a chegada, junto com a menina Beatriz e com a torcida de toda a família. Cumprimentos de Ivo Cantor.

Fabão disse...

Valeu, Ivo!
Conforme já mencionei anteriormente, você é uma inspiração para mim.
Agradeço pelas palavras. Sinto não ter te encontrado no dia da corrida.
Nos vemos por aí...
ua

Dani disse...

Oi Fabão,

Parabéns pela prova e pelo novo RP.

Bjos,
Dani
correndoemagrecendo.blogspot.com

meninas disse...

Parabéns Fá, nos orgulhamos de vc, te amamos, bjs....Dayane, Bia e Kaká.

Fabão disse...

Valeu, Dani!
bjs

Fabão disse...

Valeu, Da, Be e Ka
Vocês me deram muita alegria e fazem parte desta conquista.
bjs