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segunda-feira, 11 de março de 2013

31/12/2012 - 88ª Corrida de São Silvestre

(Tirando o atraso do blog)

Corri esta prova tradicional escoltando 3 princesas cadeirantes:


Distância: 15Km
Tempo líquido oficial: 01:54:22 (07:37 min/km = 7,87 km/h)

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16/12/2012 - 46ª Prova Pedestre Sargento Gonzaguinha

(Tirando o atraso do blog)



Veja como foi essa corrida assistindo ao video acima.

Distância: 15Km
Tempo líquido oficial: 01:23:41 (05:34 min/km = 10,75 km/h)

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06/10/2012 - 15ª Pedalada ACM Alphaville

Tirando o atraso do Blog...




Passeio realizado no final do ano.

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

30/09/2012 - 1ª Trator Race (Aldeia da Serra)


Corrida perto de casa, fui conhecer essa primeira edição, e aproveitar o terreno variado para fazer uma prova diferente.
O dia estava bonito, cheguei super cedo e peguei o kit com tranquilidade. Quem chegou mais tarde pegou bastante fila, pois a entrega estava lenta.
Levei minha máquina e registrei a prova em video:


As paisagens foram bem bonitas, e o percurso foi técnico e desafiador, com várias subidas e descidas, curtas, longas, fracas, médias e fortes.
O ponto negativo foi que não interditaram as ruas direito. Não fiquei sabendo de nenhum problema sério, mas o risco foi alto (alguns flagrantes no video acima).

Altimetria, para ter uma ideia:


Eu gostei dessa prova. Não sei se tinha 11km. Pelo meu tempo na casa de 1h01, considerando que os trechos de subida eram lentos e as descidas não recuperavam o tempo perdido, achei que meu pace seria acima de 6min/km. mas esta não é uma prova para fazer tempo forte.
Se houver outra edição, pretendo voltar. Espero que corrijam as falhas.

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Fabão

terça-feira, 18 de setembro de 2012

16/09/2012 - 20ª Maratona Pão de Açúcar de Revezamento

Minha 14ª participação neste evento, 13ª seguida, novamente com equipes da família Medeiros, agregados e amigos.
Retirei os kits no sábado, com pouca gente nas filas, tudo bem tranquilo. O kit veio bacana e pesado, já que é uma edição "redonda", a vigésima.
No domingo, acordei 3:30 da madruga, comi, peguei meus pais e chegamos no estacionamento da Assembléia Legislativa às 5:30, meia hora antes do planejado, mas com muita tranquilidade. Melhor assim, já que às 6:00 o trânsito já era considerável.
O pessoal da equipe foi chegando ao local de encontro, conversamos um pouco e fui com meu pai para a área de largada.
Como ele ainda não consegue fazer uma volta completa, combinei a troca na região dos octetos. Ele correu primeiro, e eu fiz uma volta e meia.
Nós formamos a equipe B, da qual também fizeram parte meu irmão Fernando e meu primo Ronaldo. A equipe A ficou mais rápida: Johnny, Tom, Paulo e Pedro.
Neste ano, pela primeira vez consegui filmar as pessoas correndo. Não ficou tão bom como eu gostaria, mas ficou bacaninha. O resultado pode ser conferido abaixo:



Além dos participantes das equipes A e B, destaque para o Marilson, pro Marcel surfista, e para o garotinho de 11 anos que me passou virando os 10,55km abaixo de 5min/km. Quem sabe daqui alguns anos esse menino não está na elite, e eu mostro pra todo mundo: "olha, eu filmei esse guri quando ele tinha 11 anos".
O calor, como previsto, foi bravo. Enquanto eu fiquei na área de transição esperando os próximos corredores, vi várias figuras que estavam "nas últimas".
Sobre a corrida propriamente, meu pai conseguiu largar mais ou menos na frente, de forma que não demorou muito para passar na Ruben Berta. Ele fez seus 6km num bom ritmo e me passou a munhequeira uns 40 minutos após a largada.
Quando comecei meu trecho, passei muita gente mais lenta até encontrar minha corrida. Acabei forçando um pouco, e me senti bem neste cenário. Não consegui marcar muitas parciais, mas dava para perceber que estava entre 5:10 e 5:20/km. Alguns trechos foram mais rápidos, outros menos. Pelas minhas contas, fiz 15,35km em 1h19:20, com um pace médio de 5:10/km. A primeira volta, no ponto que meu pai revezou comigo, foi de 54:47 (10,55km, pace médio de 5:12/km).
Na hora de passar a munhequeira para meu irmão, não o encontrei na área de transição. Fui para frente e para trás algumas vezes até encontrá-lo. Depois, revendo a filmagem, consegui identificar onde ele estava, meio escondido. Paciência, é o tipo de situação que pode acontecer nessa prova.
A equipe A fechou a maratona em 3h50, enquanto a B fez 4h11.
O histórico das nossas participações pode ser conferido aqui.
Depois do evento, tivemos o tradicional almoço de confraternização.

ua

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

05/08/2012 - 10ª Meia Maratona SBC Corpore

Não, ainda não foi desta vez que abandonei este blog.
Com apenas uma semana de atraso, segue meu video-relato desta prova:
E abaixo um "copy-paste" do que publiquei no FRB:
"

Se não me engano, esta foi minha 5a participação nesta prova.
Clima agradável, na casa dos 20ºC. O Sol estava bonito antes da largada, mas depois sumiu e não chegou a esquentar.
Apesar da largada em ondas, ainda achei meio cheio no começo. Pelo menos não tinha caminhantes como no ano passado.
Não encontrei tantos conhecidos desta vez, porque havia outras opções de corrida na grande SP.
Fui filmando o percurso. O resultado pode ser visto aqui: http://www.youtube.com/watch?v=Ey47YnltYeQ
Não fui muito preocupado com o ritmo, mas acabei fazendo um início mais rápido que o normal nesta prova. Achei que ia cansar na segunda metade, onde há mais ladeiras, mas até queconsegui manter uma certa cadência. Acabei fechado sub-2h (quase 2h cravadas). Fiquei satisfeito com o resultado. Aliás, foi meu récorde em SBC, que antes era 2h01 (2011).
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Fabão

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Projeto Disney 2012

Estou inscrito para correr a Maratona Disney em 08/01/2012. Ainda não é minha sonhada maratona de NY, mas já é um "começo".
Ao atualizar minha agenda no SportCV, vi que o Guilherme também vai correr lá. Entendi que vai participar do desafio do Pateta. Mas é um fanfarrão mesmo. Já até imagino os trocadilhos que irá escrever no blog rsrs.

Bom, a partir da semana que vem, após 4 semanas de "descanso" pós-maratona de SP, volto aos treinos mais pesados. Rumo a Orlando! #EchoPower

Nesta semana eu vi o video motivacional abaixo, e dedico a TODOS (sem exceção) meus amigos, esportistas ou não. VOCÊS SÃO VENCEDORES!



ua

sábado, 25 de junho de 2011

19/06/2011 - 17ª Maratona de SP


Após quase uma semana, finalmente estou sentado para escrever o relato detalhado desta corrida.
De antemão peço desculpas pelo nível de detalhe exagerado, correndo o risco quase certo de ser enfadonho, mas tal granularidade faz-se necessária pois trata-se de minha prova-alvo de 2011, além de ser nada menos que uma maratona.
Por tudo isso, sem mais delongas, vamos aos fatos.

Treinamento

Iniciei minha planilha de treinos em janeiro, da mesma forma que em 2010. A diferença, desta vez, é que a corrida seria um mês e meio após o início de maio do ano anterior. Ou seja, eu teria um período maior de preparação, de forma que consegui encaixar algumas folgas no meio do planejamento, para recuperação e descanso.
Os primeiros treinos em janeiro foram um pouco sofridos, em especial os primeiros longos. Nada desanimador, mas cabe aqui o registro dessa situação apenas para ressaltar que não se deve desanimar com as primeiras dificuldades.
Diferente de 2010, desta vez resolvi variar os percursos dos treinos. Os objetivos desta variação eram: 1) Trabalhar a parte psicológica em trechos mais longos (em 2010 tive quase toda preparação em voltas de 1 ou 3km) e 2) Adicionar subidas e descidas mais desafiadoras, para melhorar a preparação física.
Lembro de ter corrido na Via Parque, beirando o Rio Tietê, desde o Parque Ecológico até o Rodoanel (em Barueri). Tinha um retão gigante, mas não era muito seguro e acabei não usando mais.
Fui algumas vezes até o Trópico de Capricórnio, no caminho para Santana de Parnaíba. Não cheguei a voltar pela Estrada dos Romeiros, mas esses treinos com altimetria “montanha russa” (by Fábio Namiuti) ajudaram bastante tanto na parte física como na psicológica.
Também corri um pouco em Tapiraí, estradinha de terra, subidas monstruosas, visual espetacular. De lá veio a “tag” #EchoPower, um fenômeno simples e, de certa forma, inexplicável, mas com um efeito motivacional bem forte.



Corri no calor, e até tive que interromper treino longo quando a temperatura atingiu 30ºC. Um gatilho de segurança para preservar a integridade física.
Corri com chuva, que adoro. Corri com Sol. Corri cedinho, corri tarde da noite e corri antes do almoço. Corri com calor (35ºC) e corri com frio (12ºC). Corri no plano e na montanha. Escrevendo assim, parece que foi uma maravilha, mas é claro que tive alguns problemas. Por conta deles, abri mão de umas três semanas intercaladas para ver se melhorava de algumas dores chatas.
Felizmente consegui realizar os principais treinos longos. Os treinos de velocidade foram bem feitos no início, mas no final eu resolvi não fazê-los por medo de lesão. Também no final passei a correr apenas no velho e bom circuito de 3km.
Como o período de treinos é bem longo - no meu caso, mais de cinco meses - algumas experiências são quase tão marcantes quanto a própria maratona. Mas o “prato principal” é mesmo o dia da prova.
Para finalizar esse bloco de treinamento, posso dizer que foi - literalmente - uma preparação feita com sangue, suor e lágrimas. Sangue, quando num treino de 30km cortei minha mão nos 15km e foi difícil fazer o sangue estancar - mas consegui e fui até o fim. Suor, porque esse é um mecanismo natural de refrigeração do corpo quando fazemos exercício. E lágrimas pela pequena Giulia, que morreu cedo vítima de câncer. A imagem dela me acompanhou em muitos treinos, e também no dia da prova.

Resumo da minha preparação:

Treinos de corrida: 943,8km em cerca de 100h
Treinos de natação: 103km em cerca de 34h
Provas antes da maratona: 57,2km em cerca de 6h (3 provas)

Antes da maratona

Na sexta-feira à noite eu deixei separados todos os itens que julgava serem necessários para correr no domingo. Por via das dúvidas, os principais foram colocados em duplicidade: dois pares de tênis, dois shorts, duas camisetas, dois pares de meia... Um certo exagero, concordo, mas também não custa nada se precaver.
No sábado, percebendo que o clima estava esquentando durante a semana, fui cortar o cabelo e acabei ficando quase careca. Melhor assim. Correr com cabelo “Globe-Trotter” não dá.
Como em 2010, fui retirar o kit no sábado à tarde, para já ficar em SP, na casa dos meus pais. Fiquei 30 minutos na fila, e mais outro tanto na feira da maratona.
Fui para a casa dos meus pais, conversei um pouco com eles e assisti a dois DVDs previamente selecionados. Com isso, consegui combater quase totalmente a ansiedade que é comum antes das provas.
De sábado para domingo, dormi de forma satisfatória. Acordei poucos minutos antes do despertador, tomei um café-da-manhã substancial, me arrumei e zarpamos para o Ibirapuera.
Meus pais me deixaram perto da Assembléia Legislativa, de onde saíam os ônibus que a organização disponibilizou para o trajeto chegada-largada. Eram pouco mais de 7 da manhã. O embarque, desta vez, foi rápido, mas neste ano acabei viajando de pé. Preferia sentado, mas tudo bem.
Estava trajando calça de moletom e agasalho, já que as manhãs pré-inverno estavam um pouco frias, mesmo com Sol. Cheguei à avenida da largada por volta das 7:30, com cerca de uma hora de espera até o tiro de canhão. Fiquei zanzando pela área, tomando meu gatorade e tentando encontrar alguns conhecidos.
Por fim, encontrei o Jack com um colega, e ficamos jogando conversa fora. Depois, apareceu o Guilherme, que também trocou algumas palavras breves. Por volta das 8h, tirei meu abrigo, me fantasiei de corredor e deixei minha sacola no guarda volumes - um ônibus que se deslocaria para a região da chegada.
Encontrei o Rei e a Dri, fui fazer um xixizinho pré-largada, e reencontrei o Jack para nos dirigirmos à baia de partida.

Largada

Não cheguei a ouvir o anunciado tiro de canhão. Com um certo atraso, embora - segundo o Jack - o regulamento dizia que a largada era “a partir” das 8:25, partimos para a nossa jornada. Pelos cálculos que fiz olhando o resultado oficial, foram cerca de 13 minutos entre o tiro e o momento que passei a linha de largada. Ao acionar meu cronômetro, eram 8:50. Temperatura um pouco abaixo dos 20ºC. Na sombra estava “friozinho”, e ao Sol fazia “calorzinho”. Essa temperatura chegou a me preocupar um pouco, mas só preventivamente, já que ainda não tinha sentido nenhum desconforto real.
Ainda na baia de largada encontramos o Hideaki, mas logo em seguida o perdemos, sem saber se estava à nossa frente ou atrás. Como havia muita gente, o início de prova é um pouco confuso e quase tumultuado. Vi algumas pessoas caindo ao chão, e até um ciclista que pedalava na calçada também beijou o solo.
Após o quilômetro 6 se dividiam os corredores que correriam 10km, dos que fariam 25 e 42km, e então houve mais tranqüilidade para correr.

Início

Perdi a placa do primeiro quilômetro, mas isso não me atrapalhou pois minhas parciais seriam a cada três. A partir do segundo, passei a identificar todas as placas, mas devo ter me embananado no nono, provavelmente devido a algum posto de água, e acabei marcando apenas no décimo. Também por conta dos postos de água, acabei perdendo temporariamente o Jack, mas recuperei-o quando fiz um “pipit-stop” após os 10km.
Eu havia combinado com meus pais, esposa e filhas, de nos encontrarmos na Praça Panamericana, como em 2010. Desta vez estavam todos lá já na primeira passagem, pouco após os 12km. Ao vê-los, desferi meus primeiros brados de “eco”, já conhecidos pelas minhas meninas. Fizemos uma festinha, tomei uns goles de gatorade, e continuei meu trotinho. A presença da família no percurso da maratona foi muito importante para mim, e me deu muita força.
Perto do quilômetro 14, identifiquei meu chefe Tom já retornando pelo outro lado da avenida. Passei a marca de 15km num tempo mais rápido que o da última São Silvestre (quando corri na boa, filmando o percurso). Por um lado, fiquei feliz de estar bem na prova, mas por outro lado fiquei um pouco preocupado, se não estaria colocando em risco o final da maratona.
Na segunda passagem pela Praça Panamericana, lá estava minha torcida novamente. Combinei alguns detalhes sobre a terceira e última passagem, e segui em frente.
Na região do Parque Villa Lobos percebi que minha tentativa de correr menos rápido não estava funcionando. Comecei a me preocupar se isso comprometeria a segunda metade da prova, pois o desgaste começa a pesar cada vez mais, em especial após os 30km.
Na última passagem pela praça, me despedi da família e pedi para que me esperassem na chegada. Passei pela marca de meia-maratona, alcancei o Hideaki e, um pouco a frente, o Jack, com quem correra a maior parte da prova até ali. Na raia da USP passamos pelo Tom. Tentei animá-lo, já que ele estava no final dos seus 25km, mas tive impressão que havia acabado o gás dele, e não houve como convencê-lo a acompanhar-nos, ainda que estivesse a menos de 2km para o fim.


Acabou a moleza

Também na raia, finalmente deixei o Jack “ir embora”. Cheguei a pensar que ele poderia estar fazendo apenas os 25km, já que o ritmo estava completamente fora da minha realidade. Agora, analisando com mais calma, acredito que ele fez um início mais cauteloso, pois voltava de lesão, e foi acelerando na medida que ganhava confiança.
Na saída da USP, chegando à Av. Escola Politécnica, passei pelo Fábio Namiuti, que andava meio que mancando. Fiquei um pouco preocupado com a cena, perguntei se ele tinha quebrado e, de acordo com a resposta, achei que a prova tinha acabado para ele. Pena.
Passei pela chegada dos 25km já em ritmo bem mais modesto que no início, sabendo que essa avenida não é arborizada, sendo quase uma tortura ao corpo e à mente. Mesmo administrando e finalmente conseguindo fazer um ritmo dentro da minha realidade, acabei ultrapassando o Jack nessa região, e corri todo esse trecho sozinho. Graças à boa base de treinos em situações áridas, consegui vencer essa parte de forma satisfatória.

 
Ao entrar novamente na USP, começou a parte dura da prova, como eu já esperava e estava devidamente preparado. Quando montava a estratégia para a prova, cheguei a pensar em dividi-la em partes: “aquecimento”, “manutenção” e “superação”. Outra opção que tinha na manga era, após metade da prova, começar a contagem regressiva: “falta só meia-maratona”, “falta só uma São Silvestre”, “falta só uma Abertura Corpore”, “só uma Centro Histórico”, e assim por diante. Nessa hora onde o psicológico pode ajudar ou afundar, a experiência e o treinamento contam bastante.
Lembrando que em 2010 tive problemas “barrigais” após o quilômetro 30, desta vez eu já estava preparado para isso e, ao primeiro sinal de reocorrência, na altura do 27, mandei goela abaixo um plasil, aproveitando que também estava na hora de água e gel carboidrato.
Indo em direção ao IPT, quase levei um susto ao ver os corredores à minha frente entrarem na subida que leva ao bosque. Pensei: “só falta terem mudado o percurso e termos que subir essa rua”. Felizmente, mal entramos nela e já retornamos. Antes de chegar à raia, me surpreendi novamente, desta vez positivamente, ao ver o Namiuti correndo no sentido oposto ao meu. Avaliei que ele havia se recuperado e voltado à prova. Não lembro se vi o Jack e o Hideaki por ali.
Na altura do km 30 comecei a sentir uma dor considerável na coxa esquerda, mas decidi ignorá-la e seguir em frente. Essa dor me acompanhou por alguns quilômetros, mas não chegou a prejudicar o desempenho. Mesmo assim, o ritmo ia caindo gradativamente devido ao desgaste acumulado.
Entre os quilômetros 30 e 31 o Jack me ultrapassou. Acho que ele não me viu, e achei melhor não lhe chamar, pois tentar acompanhá-lo poderia atrapalhar nós dois.
Fiquei feliz em ultrapassar a marca dos 33km, distância do meu maior treino até então. Foi nessa placa que parei, em 2010, para atendimento médico. A partir daí estava batendo meu recorde de corrida sem caminhadas relevantes. Consegui manter o trote constante até mais ou menos o km 36, quando finalmente caminhei um pouco, na subida do túnel que dá acesso à Avenida Lineu de Paula Machado, aquela do Jóquei. Voltei ao trote logo que acabou a subida, mas o ritmo continuava a cair.
Àquela altura eu já via as previsões de tempo final caírem uma a uma. Felizmente eram todas muito otimistas e, até o momento, minha previsão original de 4h40 estava dentro da janela possível. A parte psicológica estava dentro do controle. A motivação estava forte, em especial porque eu acreditava que minha família estaria me esperando na chegada.
Mas infelizmente a parte física estava sendo minada na mesma proporção que a chegada se aproximava. Era uma batalha que eu teria que enfrentar e vencer. Minha cabeça procurava de onde tirar energia para os últimos quilômetros. Eu sabia que faltava pouco, que valia à pena, que era a realização de uma preparação de meses. Mas quem disse que eu conseguia? A impressão que eu tinha é que tinha acabado toda energia disponível. Não tinha de onde tirar forças, mesmo eu querendo e estando animado.
O Hideki me passou, e a única coisa que consegui falar foi “acabou o gás”. Naquela altura, por volta das 13h, os termômetros de rua marcavam 28ºC, mas não parecia tão quente. Provavelmente por causa da baixa umidade do ar. Isso também deve ter causado um fenômeno interessante em meus braços, pernas e rosto: formou-se uma camada de sal nessas regiões.


A chegada

A começar pelo túnel perto dos quilômetros 35~36, andei na saída dos últimos três buracos. Eram trechos em ligeira subida, e minhas forças estavam “na reserva da reserva”. Consegui me motivar e forcei um trotinho mínimo nos outros trechos. Num determinado momento desisti de tentar fazer alguma estimativa de tempo final. Só a chegada importava.
Já beirando o Parque Ibirapuera com cerca de 1km para o final, visualizei meus pais e minhas mulheres. Nem consegui gritar o “eco” tradicional. Só sinalizei que estava semi-morto e segui adiante. Nem parei para cumprimentá-los - o que depois percebi ter sido uma tremenda falta de consideração da minha parte, mas àquelas alturas eu nem estava mais pensando direito.
Fui surpreendido, na seqüência, pelas minhas filhas, que saíram em desabalada carreira à minha perseguição. Ao perceber isso, reduzi o passo e deixei que elas me alcançassem. Tentei fazê-las correr comigo até a chegada, mas a menor não conseguiu. Nesse momento, a despeito de qualquer perda de tempo que eu pudesse ter, voltei a caminhar para que elas pudessem ficar comigo. Meus pais estavam na retaguarda, para cuidar delas no caso de alguém desistir.


A Karina acabou ficando com a avó, depois de eu sugerir isso a ela. A Beatriz ficou comigo. Ao vermos um fotógrafo da Webrun, consegui convencê-la a voltarmos a correr, para ficar bem na foto. Em seguida, como já era possível ver o pórtico de chegada, ela continuou animada e fomos trotando rumo à meta.
Por mais chavão que seja, palavras não conseguem expressar a força da emoção que foi cruzar a linha de chegada da maratona segurando a mão da minha filha. O choro veio bem rápido, mas não havia força nem lágrimas em meu corpo.
Logo em seguida, encontrei meu parente Paulo Merino com um colega. Só cumprimentei, mas não consegui conversar. Tomei um copo d’água, peguei a medalha e lanche, tentei tomar um copo de gatorade, mas este estava estranho. Peguei minha sacola no guarda-volumes, liguei para minha mãe e comecei a voltar para o local de encontro. No meio do caminho o gatorade estranho foi embora. Eca! Tudo isso com a Beatriz ao meu lado, me acompanhando.


Com o passar do tempo, voltando para a casa dos meus pais, tomando banho, comendo, bebendo, quase dormindo e me recuperando, o cansaço foi sumindo, e as dores começaram a ficar mais claras. Nada grave.
Depois, analisando com mais calma, acho que deveria ter dado mais atenção à alimentação nos dois dias que antecederam à corrida. Fiz apenas uma alimentação normal, mas deveria ter reforçado um pouco. Acho que isso ajudaria a evitar, pelo menos parcialmente, a falta de força que identifiquei no final da prova.
Obviamente o início da corrida em ritmo mais forte também pode ter influenciado no final, mas sinceramente não consegui perceber se isso realmente aconteceu. Uma das possibilidades que estavam à minha disposição nas minhas alternativas de planejamento era justamente um início mais rápido para aproveitar a temperatura menor. Além disso, por motivos lógicos, eu já previa mesmo um final lento.
Se em 2010 eu terminei a maratona sem muita empolgação, desta vez eu já estou fazendo planos para 2012. As próximas três semanas, além dessa que acabou de passar, serão de treinos levíssimos. Depois, já tenho algumas ideias em amadurecimento.
Se de 2010 para 2011 consegui abaixar 45 minutos do meu tempo final (embora não fosse tão difícil, já que aquele tinha sido um tempo, digamos, ridículo), para 2012 tenho metas no mínimo ousadas. Claro que não planejo baixar outros 45 minutos, mas nem por isso deixam de ser planos agressivos. A única coisa que posso adiantar é: quero melhorar.
Para encerrar, deixo a seguinte frase que escrevi no Fórum Runner Brasil: “consegui perceber que sou um neném em maratonas, e tenho muito o que aprender.”



Marcação pessoal:

in zone: 3:03.52
avg hr: 163
peak hr: 176
min hr: 138
tot cal: 5415

1- 151 19.42 (3km)
2- 157 18.42 (3km)
3- 160 24.31 (4km) (1:02.55)
4- 158 12.49 (2km)
5- 162 18.19 (3km) (1:34.03)
6- 160 24.42 (4km)
7- 162 13.27 (2,1km) (2:12.12)
8- 169 17.17 (2,9km)
9- 170 18.53 (3km)
10- 170 19.36 (3km)
11- 168 20.42 (3km)
12- 166 22.23 (3km)
13- 162 24.42 (3km)
14- 164 24.49 (3,2km)

total: 4:40.35



Parcial Tempo FC média Distância Ritmo/km min/3km
1 00:19:42 151 3 00:06:34 00:19:42
2 00:18:42 157 3 00:06:14 00:18:42
3 00:24:31 160 4 00:06:08 00:18:23
4 00:12:49 158 2 00:06:24 00:18:57
5 00:18:19 162 3 00:06:06 00:18:19
6 00:24:42 160 4 00:06:10 00:18:31
7 00:13:27 162 2,1 00:06:24 00:19:37
8 00:17:17 169 2,9 00:05:58 00:17:17
9 00:18:53 170 3 00:06:18 00:18:53
10 00:19:36 170 3 00:06:32 00:19:36
11 00:20:42 168 3 00:06:54 00:20:42
12 00:22:23 166 3 00:07:28 00:22:23
13 00:24:42 162 3 00:08:14 00:24:42
14 00:24:49 164 3,2 00:07:45 00:24:49
4:40:34 163 42,2 4:40:34

ua
Fabão

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Correndo do Alphaville até a Rod. Anhanguera


Minha homenagem ao meu tio Luiz que faleceu e foi sepultado no cemitério Jaraguá. Corri da minha casa até o cemitério. Alphaville-Tamboré-Rod. Castello Branco-Rodoanel Mário Covas (trecho Oeste)-Rod. Anhanguera. Em 1996 eu fui aos EUA e fiquei hospedado na casa do meu tio. No primeiro dia ele me chamou para correr com ele e demos uma volta pelas ruas de Pasadena/CA.

Percurso: http://classic.mapmyrun.com/route/br/barueri/671130312870536020
Distância: 12,7km
Tempo: 1h27 (incluindo as paradas para fotos)



ua

domingo, 7 de novembro de 2010

Correndo até o Trópico de Capricórnio


Eu achei que talvez não aguentasse fazer este treino, não tanto pela distância, mas pelas ladeiras.
No fim, graças a Deus, consegui correr bem, ainda que BEEEEMMMM devagar.
O Claudião e a Elis foram ótimas companhias, e estão muito bem preparados. Encararam as ladeiras com autoridade.
O Guilherme teve um compromisso familiar inesperado e não pode comparecer.
Um pouco antes de chegarmos à placa do Trópico, emparelhou conosco, de carro, uma outra amiga corredora (desculpe, sou péssimo com nomes) (editado: era a Ivana, Dona D), que não pode correr por conta de uma lesão.
Seguem abaixo algumas (poucas) fotinhas:





Foto nota mil "roubada" do blog da Ivana:

Edição posterior:
Achei que o Sol iria nos castigar nesse domingo. Até passei protetor solar, mas no fim o clima estava bem agradável.
Apesar das ladeiras, como fomos devagar a pulsação foi bem tranquila.
Seguem os números:

in zone (4): 1:15.52 (acho que em geral fiquei abaixo da zona)
avg hr: 158
peak hr: 180
min hr: 94
tot cal: 2170

1- 154 1.03.59
2- 161 1.02.25
total: 2.06.24

ua

sábado, 5 de junho de 2010

Copa 2010


Semana que vem começa a copa. Pela primeira vez desde que casei não nasceu uma filha minha em ano de copa rsrs. (Casei em 1999, a Beatriz nasceu em 2002 e a Karina em 2006).


Neste ano estou colecionando o álbum da copa. Minhas filhas estão participando e curtindo montar esse álbum, mas o trabalho para completá-lo é complicado. São 640 figurinhas no total. No início são poucas repetidas, mas depois a proporção se inverte.
A Beatriz até tentou levar o álbum na escola para trocar com os colegas, mas não deu muito certo. Até o começo desta semana estavam faltando 49 figurinhas para completar o álbum, e o máximo que pode pedir para a Panini são 40.
Pensei em ir ao MASP no domingo, pois parece que rola um encontro por lá, mas depois lembrei que teriam uns gays parados na Paulista e achei melhor deixar para outro dia.
Acabei indo hoje, sábado, à Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembú, seguindo umas dicas preciosas de um colega. Em cerca de duas horas e meia consegui trocar as 49 figurinhas que faltavam!
Foi uma experiência impressionante!
É fantástico como havia "liquidez" nas transações. Pessoas de todas as idades vinham com suas listas e bolinhos de figurinhas. Álbuns a tiracolo, nos mais diversos estados de conservação rsrs.
A maioria das pessoas tinha suas figurinhas em ordem numérica, mas alguns poucos sem-noção tinham tudo embaralhado. Um desses queria conferir uma por uma se era das que estavam faltando para mim. Após meia dúzia de figurinhas fora de ordem eu disse que "desse jeito vamos demorar uma hora para ver o bolo todo" e encerrei a "negociação" ali mesmo. O cara não gostou, mas eu falei que quando ele viesse com as figurinhas ordenadas a gente poderia conversar. Fala sério!
Fora isso, foi muito bacana conversar com as pessoas, negociar, aprender qual as melhores formas de tratar o assunto, saber ceder, saber pedir, ter calma para não tumultuar...
Às vezes eu estava verificando a lista com uma pessoa e chegava outra pedindo para ver se eu tinha a última que faltava. Aí, se estava fácil de ver, eu via. Senão, eu gentilmente pedia para a pessoa aguardar até terminar com a primeira.
Outra coisa que aprendi: na negociação entre duas pessoas, é melhor primeiro verificar a lista da que faltam menos figurinhas. Por exemplo: tinham dois garotos (talvez irmãos) que vieram negociar comigo. Eles tinham uma lista grande de figurinhas que faltavam, e eu já estava precisando somente de poucas. Comecei pela lista deles e vi que eu tinha um monte que eles precisavam, mas chegou uma hora que eu parei e disse: "acho que vocês não vão ter a mesma quantidade para me dar". Ou seja, eu devia ter visto primeiro quantas eles podiam me dar, e depois eu dava a mesma quantidade para eles.
Um critério que adotei, mas não era todo mundo que concordava, era de que uma figurinha brilhante valia duas ou três normais. No caso dos meninos, acabei pegando várias brilhantes, pois eles não tinham como me "pagar" com normais.
Outra situação diferente foi a de uma moça que não tinha figurinha para trocar. Ela queria comprar 5 por R$1. Não achei muito legal, mas acabei aceitando. No fim, a amiga dela conseguiu negociar com outro moço as últimas 3 que estavam faltando para mim, e ficou tudo de bom tamanho.
Caso alguém esteja colecionando o álbum e se interesse em ir lá, recomendo que faça uma lista das figurinhas que faltam, leve caneta para riscar as que for conseguindo, e organize suas repetidas em ordem numérica. Caso queira adotar o critério de "brilhantes x normais" diferenciado, marque na lista quais são brilhantes. O local de encontro é próximo à banca de jornal, perto daquela rua que sobe para a FAAP. Eu cheguei lá pouco antes do meio-dia (fui um dos primeiros), mas acho que ficou gente lá a tarde toda.



Agora, voltando a falar sobre a copa mesmo, gostei muito da música que a coca-cola arranjou para seus comerciais relacionados ao mundial. Achei que a versão brasileira ficou excelente! O video acima não é oficial, mas a música é a da coca-cola, e está disponível no site (link direto para download aqui).
Eu gosto de futebol, mas não sou uma pessoa fanática. Vou bem pouco ao estádio, por exemplo. Mas quando chega a copa eu me deixo contagiar pelo clima. É uma emoção impressionante! Tem muita gente dizendo que o Dunga é fraco, que os convocados não estão com essa bola toda, mas eu estou torcendo muito pelo Brasil e acho sim que podemos ser campeões.
Aliás a emoção de conquistar a copa é algo muito interessante. Se pensarmos fria e racionalmente, se o time de futebol vencer o campeonato, o que é que ganhamos? Nada. Mas como explicar a felicidade de ver nosso pais vencendo, sendo os melhores do mundo? Não tem preço.
Alguns conhecidos ficam com medo de torcer agora e se decepcionarem depois. Até entendo. Acho que há vários países com chances reais de vencerem, inclusive o Brasil. Talvez a "decepção" seja saber que o Brasil é disparado o país com os melhores jogadores do mundo, mas chega ao mundial no mesmo nível dos demais. Bons tempos em que a gente já chegava com a certeza que ia ser campeão, tipo 1950 e 1982. E se não ganhava era por pura fatalidade, mas continuávamos confiantes de que éramos os melhores.
Agora, em 2010, chegamos à África do Sul sob suspeita. Não temos certeza se poderemos ganhar. Mas quem é que sabe, oras bolas?! Ninguém ganha por antecipação! Quantas vezes times teoricamente mais fracos já venceram seleções de nome e tradição?
Mas eu acredito no Brasil. Em 2006 passamos vexame porque fizeram festa antes da hora. Agora eu vejo um trabalho sério, concentrado. Podemos até não vencer, mas temos que fazer o melhor. Eu, pessoalmente, acredito que fazendo o melhor venceremos. Mas aí teremos que esperar para ver.
Dia 15 o Brasil estreia contra a Coréia do Norte. Vou comprar umas pipocas, mas as cornetas já estão preparadas. Vou torcer muito com minhas filhas aqui em casa. Tenho certeza que será inesquecível, da mesma forma como eu lembro da copa de 82, quando eu tinha 7~8 anos.
Aliás, complementando a informação do primeiro parágrafo, todos nós aqui de casa nascemos em ano de copa: além das minhas filhas em 2002 e 2006, eu e a Dayane nascemos em 1974.

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sexta-feira, 4 de junho de 2010

¿No puedo?

Aproveitando a dica do Eduardo Acacio, publico aqui um vídeo bacana:



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segunda-feira, 31 de maio de 2010

30/05/2010 - iRun Alphaville

Após a Maratona de SP, em 02/05/2010, eu tirei um período de "férias" das atividades esportivas, mas há cerca de duas semanas eu retomei os treinos de natação e corrida.

No dia 22/05, um sábado à noite, fui assistir à 2ª etapa da Alphaville Running 2010. Eu não estava inscrito, mas na hora deu a maior vontade de correr. Tive que me contentar em filmar um pouco alguns conhecidos que estavam participando:



Ainda sem objetivo definido após a maratona, eu estava me contentando em tentar alcançar a quilometragem do Ricardo Riso na natação. Ele já passou a marca de 100km em 2010, e eu estou chegando aos 80km.
Neste último sábado de manhã eu estava prestes a sair para mais 4,5km nadando quando li, num jornalzinho do bairro, que haveria corrida no domingo de manhã. Quando voltei da ACM, acessei a internet e descobri que poderia me inscrever no local até as 17h. Fui rapidamente até lá e, para minha surpresa, a inscrição que era de R$50 saiu por R$15!

O percurso no site não estava dos melhores, mas deu para ter uma idéia de que haveria algumas subidas chatas. Deixei de lado a ideia de fazer um tempo rápido e fui correr apenas para curtir. Levei a máquina fotográfica na pochete e o resultado é o video abaixo:



Na primeira volta eu fui bem tranquilo e filmando o pessoal. A partir do início da segunda volta eu guardei a máquina fotográfica e fui um pouco mais rápido. Por isso não filmei a segunda volta, só o começo e o fim.

A organização foi eficiente. Não havia placas de quilometragem, mas eu vi no asfalto as marcas de 2km e 4km. Não havia premiação por categoria, somente geral (troféus, não dinheiro). Nos últimos metros eu ultrapassei a moça que chegou em 4º ou 5º geral. O nível dos vencedores estava meio fraco em relação a outras provas maiores.

Fiquei contente de participar desta corrida. Não pelos resultados, mas por correr feliz.

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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Bombinhas 42K - Quem sabe, algum dia...

Acho que encontrei minha prova-alvo como corredor. Se algum dia eu conseguir fazer, estarei satisfeito.

(O video começa escuro e com um apito. É chato, mas dura apenas alguns segundos, depois fica melhor)


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sábado, 27 de março de 2010

Qual é a música?

Alguém sabe qual é esta música?

Se souber o nome da música, e quem interpreta, agradeço por deixar aqui registrado.

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Maratona: o dia seguinte (funny)

Video indicado no site da revista Contra-Relógio



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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

24/01/2010 - Correndo em Tapiraí - 23,5Km

Deveriam ser 22Km, mas devido à dificuldade de aferir a distância, acabaram sendo 23,5Km.
Saí às 7:35 da manhã do sítio do meu sogro, indo por estrada de terra/cascalho até a pequena cidade de Tapiraí/SP. De lá, peguei a estrada (Rod. Ten. Celestino Américo - SP-079) do Km 152 ao 148, fazendo o retorno e voltando até a entrada do sítio.
Consegui aferir a distância pelo excelente site Map My Run. Eu achei que não seria possível aferir, pois tinha certeza de que a estrada de terra não estaria mapeada. Mas, pela visão de satélite, consegui identificar a estradinha e medir a distância:
http://www.mapmyrun.com/route/br/tapirai/271126441713861278
A parte mais bacana do treino foi registrar alguns momentos em video. O resultado você pode conferir abaixo:

Estatísticas:
Distância: 23,5Km
Tempo: 2:56:23
Pace: 7:30/Km
In Zone (4): 2:12:20
Avg HR: 158
Peak HR: 179
Min HR: 79
Tot Cal: 3036

Mapa:


Elevação:


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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Face Your Fears - Encare seus medos

Não sei se tem alguma relação com corridas, mas é um vídeo bacana para a parte motivacional.


Resumo: Video motivacional. Bando de leoas ataca familia de búfalos e pega o filhote. Os pais voltam em seguida com a manada, para enfrentar os leões.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Rio 2016




Espero que o esporte olímpico seja bem planejado nos próximos 7 anos, e que o legado dure muitas décadas.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Inspiração para a maratona

Filme/Documentário "The Spirit of the Marathon".
Espero que seja possível assistir aqui no Brasil, algum dia.
Abaixo, um trailer que achei no YouTube:



Discussão sobre este filme no Fórum Runner Brasil:
http://www.forumnow.com.br/vip/mensagens.asp?forum=88968&grupo=217826&topico=3013151
Valeu, Dimas, pela dica.

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